30 julho 2007
Revisited 16
"We wanna be free! We wanna be free to do what we wanna do."The Wild Angels, Roger Corman (1966)
Cinemateca Portuguesa: Hoje 19h30
Etiquetas: Revisited
Bergman
"... The hopeless dream of being - not seeming, but being. At every waking moment, alert. The gulf between what you are with others and what you are alone. The vertigo and the constant hunger to be exposed, to be seen through, perhaps even wiped out... "Ingmar Bergman, Persona (1966)
Faleceu o mestre, ficou a obra.
Ingmar Bergman, 14 de Julho de 1918-30 Julho 2007
Etiquetas: Cinema
28 julho 2007
FMM Sines
Fim de semana finalmente! A poucos dias das férias, o volume de trabalho toma proporções desgraçadas. É assim todos os anos... e mais uma vez, este ano a impossibilidade de ir a Sines, ao FMM! Fatalidade maldita! Mas para o ano...
Absolute Beginner em countdown para as férias...
Que bela maneira de acabar um post, com uma promessa e um suspiro de alento.
Apre!
24 julho 2007
"Did you hear that Butterfly? Miles to go before you sleep."
Death Proof é mais do que apenas mais um filme de Quentin Tarantino. É adrenalina total, Tarantino puro, a transcrição literal do conceito: farra cinematográfica.Inicialmente concebido como homenagem ao cinema undergruound dos anos 70, massificado no género grindhouse, Death Proof acaba por ser uma paródia espectacular onde o realizador usa e abusa de alguns dos seus unknown pleasures e clichés de luxo: o country barman, a nudez dos pés femininos, a Jukebox, o vinil, as bandas rock dos anos 70, lap dances, tudo isto e muito mais na versão take a walk on the wild side babe!
Tarantino regressa em jeito do grande mestre que já é, pois só os grandes mestres conseguem filmar o absurdo e dele fazer arte, e da boa.
Logo no início da película o aviso: “This film has a restricted image”! Em jeito de fanfarra estética seguem-se sequências de imagem hilariantes, desde os saltos deliberados às mudanças de cor intencionais, aos quais acrescem as legendas western county, que servem de aperitivo aos deliciosos diálogos das protagonistas. Ninguém escreve diálogos como Quentin Tarantino!
Se é certo que Pulp Fiction se celebrizou pelos famosos diálogos masculinos, recorde-se a hilariante dissertação sobre o “Quarter Pounder with Cheese” e “Le Big Mac", Death Proof enfatiza o eterno feminino nos deslumbrantes diálogos das amigas, e da não menos histórica contra argumentação “Whatever-However" de Kim e Zoë Bell.
Mas Death Proof é muito mais que isto. É um tributo ao Feminino no seu todo com destaque para admirável junção de dois perfis assimétricos: a mulher bela, feroz, primitiva e insegura (Jungle Julie; Arlene/Butterfly) e a mulher sofisticada, madura, vingativa e vencedora (Kim, Zoe; Albernathy).
Se é certo que Pulp Fiction se celebrizou pelos famosos diálogos masculinos, recorde-se a hilariante dissertação sobre o “Quarter Pounder with Cheese” e “Le Big Mac", Death Proof enfatiza o eterno feminino nos deslumbrantes diálogos das amigas, e da não menos histórica contra argumentação “Whatever-However" de Kim e Zoë Bell.
Mas Death Proof é muito mais que isto. É um tributo ao Feminino no seu todo com destaque para admirável junção de dois perfis assimétricos: a mulher bela, feroz, primitiva e insegura (Jungle Julie; Arlene/Butterfly) e a mulher sofisticada, madura, vingativa e vencedora (Kim, Zoe; Albernathy).
Mas no geral trata-se de uma afirmação do carácter insubmisso, intolerante e reactivo à autoridade, ao despotismo e à prepotência masculinas. Este é o denominador comum das heroínas de Tarantino. Desconfia de mim sobretudo se sou bela, teme-me se te inscrevo na lista negra! Uma Thurman e Pam Grier encarnaram na perfeição esta faceta em Kill Bill e Jackie Brown. Death Proof reafirma a bela vilã sedenta de vingança, implacável na classe e engenho na perseguição das suas presas. Death Proof é pois, o mais recente fétiche de Tarantino.
O universo 70’s é revisitado na perfeição, apesar das mensagens sms e dos i-pod que ligam os espectadores aos tempos modernos. Neste desfile de imagens e transgressões rodoviárias são várias as chalaças e alusões a Jackie Brown e Kill Bill: o toque de telemóvel, o carro amarelo e preto...e a paródia passa também pelo excerto a um dos diálogos da Bride.
Desde Reservoir Dogs Tarantino habituou-nos a BSO’s de Luxo e, mais uma vez, o elenco musical de Death Proof é magnífico! Talvez um dos melhores sets de Tarantino! Rock me baby ‘cause i like it!
Por certo não tardarão as criticas ao culto do trash, aos diálogos demasiadamente longos, à escola Blow up e linhagens de série Z revisitadas sem pudor. Preciosismos!
É que Death Proof é cru até na sua perfeição e, melhor que isso, Tarantino dá-se a esse luxo!
O universo 70’s é revisitado na perfeição, apesar das mensagens sms e dos i-pod que ligam os espectadores aos tempos modernos. Neste desfile de imagens e transgressões rodoviárias são várias as chalaças e alusões a Jackie Brown e Kill Bill: o toque de telemóvel, o carro amarelo e preto...e a paródia passa também pelo excerto a um dos diálogos da Bride.
Desde Reservoir Dogs Tarantino habituou-nos a BSO’s de Luxo e, mais uma vez, o elenco musical de Death Proof é magnífico! Talvez um dos melhores sets de Tarantino! Rock me baby ‘cause i like it!
Por certo não tardarão as criticas ao culto do trash, aos diálogos demasiadamente longos, à escola Blow up e linhagens de série Z revisitadas sem pudor. Preciosismos!
É que Death Proof é cru até na sua perfeição e, melhor que isso, Tarantino dá-se a esse luxo!
Etiquetas: Cinema
23 julho 2007
OST
"The Last Race" — Jack Nitzsche"Baby its you"- Smith
"Paranoia Prima" — Ennio Morricone
Planning & Scheming" — Eli Roth & Michell Bacall (Dialogue)
" Jeepster"- T- Rex
"Stuntman Mike" — Rose Mcgowan Kurt Russel (Dialogue)
" Staggolee"- Pacific Gas Electric
"The Love You Save (May Be Your Own)" — Joe Tex
"Good Love, Bad Love" — eddie Floyd
"Down In Mexico" — The Coasters
"Hold Tight" - Dave Deee, Dozy, Beaky, Mich and Tich
"Sally and Jack (From the Motion Picture Blow up) — Pino Donnagio
"It's So Easy" — Willy Deville
"Whatever-However" — Tracy Thoms & Zoe Bell(Dialogue)
"Riot In Thunder Alley" — Eddie Beram
"Chick Habbit" - April March
Etiquetas: Cinema
21 julho 2007
Tarantino: he dit it again!

Em jeito de rescaldo de um dos filmes do ano... enquanto não recupero o fôlego:
Fotografia: Excelente! Argumento: Excelente! Interpretações: Magistrais! Diálogos: intemporais, tremendos! BSO: fucking good! Realização: he dit it again!!!
Etiquetas: Cinema
19 julho 2007
Let the Show Begin

Cantonigrós, Espanha
Há coisas que duram para sempre, momentos que nunca se esquecem. Encontrei esta foto, antiga... Tempos maravilhosos deste agrupamento de vozes. Bateu a saudade. Aos amigos de sempre, à quarta agregada, às loucuras do Brahms, às paisagens e palcos pisados a cantar, ao frenesim dos bastidores, aos "vai à merda" gratuitos. Amei cantar convosco... Aos velhos amigos aos novos amigos. . .
Afinal para que serve um blog! ?
Let the show Begin.
18 julho 2007
The Young Gods - Everythere
Não consigo ouvir mais nada! Hey Sabonete esta é para ti! Tremendos estes Young Gods
13 julho 2007
Praga e Berlim
12 julho 2007
!!!
Proxima estacion
Não há duas sem 13!
À Grande:
Hoje dança-se no Rossio. Às 18 horas as portas do Coliseu dos Recreios e da Estação do Rossio acolhem o Dance Station que agrega nomes como Chemical Brothers, AIR, Digitalism, Tiga, Fischerspooner, Space Boys e !!!
À Portuguesa:
Amanhã, sexta-feira 13, desfilam 13 bandas em 13 salas, tudo isto no 1º andar do n.º 211 da Avenida da Liberdade, eis os protagonistas da coisa:
Caveira
tropa macaca
manuel mota + margarida Garcia
david maranha
pedro boavida + andré Gonçalves
gala drop
antónio Contador + calhau!
one might add
stellar
riff drivel
ernesto rodrigues + guilherme rodrigues + carlos santos
alfredo costa Monteiro
frango
Tudo isto por 5 euros! A Flur vai estar a coordenar a banca de discos com os catálogos da ruby red, searching, headlights,creative sources, rafflesiae ainda com selecção de eleitos do stock da loja.
À Portuguesa:
Amanhã, sexta-feira 13, desfilam 13 bandas em 13 salas, tudo isto no 1º andar do n.º 211 da Avenida da Liberdade, eis os protagonistas da coisa:
Caveira
tropa macaca
manuel mota + margarida Garcia
david maranha
pedro boavida + andré Gonçalves
gala drop
antónio Contador + calhau!
one might add
stellar
riff drivel
ernesto rodrigues + guilherme rodrigues + carlos santos
alfredo costa Monteiro
frango
Tudo isto por 5 euros! A Flur vai estar a coordenar a banca de discos com os catálogos da ruby red, searching, headlights,creative sources, rafflesiae ainda com selecção de eleitos do stock da loja.
Post Scriptum: Não é à toa que amigos recém chegados a terras lusas, andam literalmente a saltitar entre eventos espalhados pela cidade. Apanhados de surpresa pelas ofertas que se espalham de norte a sul do país, pela disparidade de preços, pela multiplicidade da oferta, pela constatação da escolha e a inevitabilidade de faltar a muita coisa em virtude de sobreposição dos eventos. Bem vindos!!
É … não há duas sem treze! À grande e à portuguesa!
É … não há duas sem treze! À grande e à portuguesa!
06 julho 2007
Super Rock
Uma nota muito breve para comentar a 13.ª edição - a melhor de sempre - do Festival Super Bock Super Rock.
À chegada ao recinto do festival: The Gossip! A malta chega tarde mas descobre de imediato uma excelente apresentação de Beth Ditto, exibindo os seus dotes físicos e vocais num concerto que começava a anunciar a grande, grande noite de música que coroou este festival.
Beth Ditto conquistou um público heterógeneo que se deixou arrastar pelas interpretações da banda, culminado no poderoso "Standing in the way of control" a anunciar uma noite muito... fora de control!
Apesar das elevadas expectativas, os nova iorquinos TV On The Rádio subiram ao palco pouco convencidos das suas capacidades, comprometidos entre a sua autenticidade e o clássico formato de rock festivaleiro o que acabou por aborrecer alguns dos presentes! Ainda assim, defenderam muito bem um dos grandes títulos do ano passado: Return to Cookie Mountain, tendo lançado os dados para a noite louca!
Os Scissor Sisters deram um grande espectáculo, fazendo lembrar a aparição dos Fischerspooner em Coura’06 - aliás as duas bandas juntas conseguiriam produzir um momento único no mundo da pop à la kitsh.
Scissor Sisters foram protagonistas de um espectáculo único, arrojado, divertido, dinâmico, colorido, um universo de lantejoulas, plumas, muito glam, lycras, trejeitos delicodoces e sem preconceitos. Uma festa!
Os Interpol foram responsáveis pelo segundo lugar no pódio deste festival, partilhando a medalha de prata com os Arcade Fire.
Confesso que fiquei verdadeiramente surpreendida com a prestação desta banda. Outrora consumidora viciada no colectivo liderado por Paul Banks, evitei criar muitas expectativas, quiçá por receio de decepção mas redescobri que não é à toa que há uns tempos os classificava como uma das minhas bandas de trazer por casa. Sóbrios, consistentes, bem alinhados, seguros, poderosos, os Interpol foram responsáveis por um dos grandes concertos do festival. A 7 de Novembro lá estaremos pois um concerto destes, a repetir-se, é imperdível.
E foi a dançar, a dançar muito que se encerrou mais uma edição deste SBSR. Underworld os gigantes da música de dança ofereceram mais uma grande noite de dança a terras lusas, coroada por uma lua Born Slippy, por efeitos hipnóticos e batidas poderosas, a dança foi crescendo ao ar livre proporcionando um encerramento em grande estilo deste excelente Festival.
À chegada ao recinto do festival: The Gossip! A malta chega tarde mas descobre de imediato uma excelente apresentação de Beth Ditto, exibindo os seus dotes físicos e vocais num concerto que começava a anunciar a grande, grande noite de música que coroou este festival.
Beth Ditto conquistou um público heterógeneo que se deixou arrastar pelas interpretações da banda, culminado no poderoso "Standing in the way of control" a anunciar uma noite muito... fora de control!
Apesar das elevadas expectativas, os nova iorquinos TV On The Rádio subiram ao palco pouco convencidos das suas capacidades, comprometidos entre a sua autenticidade e o clássico formato de rock festivaleiro o que acabou por aborrecer alguns dos presentes! Ainda assim, defenderam muito bem um dos grandes títulos do ano passado: Return to Cookie Mountain, tendo lançado os dados para a noite louca!
Os Scissor Sisters deram um grande espectáculo, fazendo lembrar a aparição dos Fischerspooner em Coura’06 - aliás as duas bandas juntas conseguiriam produzir um momento único no mundo da pop à la kitsh.
Scissor Sisters foram protagonistas de um espectáculo único, arrojado, divertido, dinâmico, colorido, um universo de lantejoulas, plumas, muito glam, lycras, trejeitos delicodoces e sem preconceitos. Uma festa!
Os Interpol foram responsáveis pelo segundo lugar no pódio deste festival, partilhando a medalha de prata com os Arcade Fire.
Confesso que fiquei verdadeiramente surpreendida com a prestação desta banda. Outrora consumidora viciada no colectivo liderado por Paul Banks, evitei criar muitas expectativas, quiçá por receio de decepção mas redescobri que não é à toa que há uns tempos os classificava como uma das minhas bandas de trazer por casa. Sóbrios, consistentes, bem alinhados, seguros, poderosos, os Interpol foram responsáveis por um dos grandes concertos do festival. A 7 de Novembro lá estaremos pois um concerto destes, a repetir-se, é imperdível.
E foi a dançar, a dançar muito que se encerrou mais uma edição deste SBSR. Underworld os gigantes da música de dança ofereceram mais uma grande noite de dança a terras lusas, coroada por uma lua Born Slippy, por efeitos hipnóticos e batidas poderosas, a dança foi crescendo ao ar livre proporcionando um encerramento em grande estilo deste excelente Festival.
Uma última palavra: LCD Soundsystem!
05 julho 2007
Atlas-Battles
Continuando o clima de festa...
Just For the Record
Ao segundo dia do Act 2, o SBSR já deu motivos para falar de tudo e querer ainda muito mais.No primeiro dia cumpriu-se a profecia. Os Arcade Fire assinaram uma presença estrondosa no palco do SBSR. Destaque para o vídeo da entrada com a criancinha possuída num discurso incendiário anunciando o dogma: música. Os jovens profetas soltaram em palco a energia já testemunhada em Paredes de Coura. Em Lisboa ornamentaram a bíblia em tons de púrpura e néon, a liturgia foi respeitada num alinhamento muito bem conseguido e tanto os fiéis, como alguns agnósticos da banda canadiana ficaram rendidos ao feitiço da “arcada de fogo”.
Momentos antes tocaram outros rapazes também já conhecidos de Coura, os Bloc Party. Os muitos fans da banda criaram o espectáculo mas não conseguiram lançar a festa. Às tantas já se gritava: “toca aquela do telemóvel” e isto diz muita coisa para Banda que o ano passado tinha aquecido o lamaçal de P. de Coura. Ter-lhes-á faltado a chuva, ou terão ficado sem bateria, é o chamado Rock a gasolina, que se quer a gasóleo. Os Klaxons antecederam os Magic Numbers, e felizmente que assim foi pois o apelo da “Bifana de seitan” foi mais forte. (Comentários à bifana (?) de seitan relegados para outra altura quando tiver mais tempo).
Restam-me 5m para escrever este post até ao fim por isso cá vai disto em formato ready made: Tinha muitas expectativas para Clap Your Hands Say Heah, mas… alguém, pára de apertar a “genitália” do rapaz?!!
Fora de preciosismos vocais, desafinação négligée(?) e inconsistente, meus amigos ao fim de uma hora parece que estamos a ouvir os delírios atonais do M. Kagel!
Máximo Park, ora bem, que dizer…gostei. Na verdade sempre gostei da laranja mecânica do Kubrick! Um aplauso para a excelente presença em palco de Paul Smith versão Malcolm McDowell. É uma banca britânica com certeza, é com certeza uma banda britânica e um chapéu de coco é sempre um chapéu de coco! Mas continuo a preferir a Clockwork Orange.
Retiro os aplausos à iniciativa da barraquinha vegetariana, renovados elogios à organização do festival e às múltiplas bancas de Super Bock. Ainda bem que não se repetiu a lastimável memória da edição do SBSR de 2004 que denominei o Super Rock sem Bock!
Voltando à música. Iam altas as expectativas para o concerto de Jesus and the Mary Chain, uma das bandas da minha adolescência que me impulsionou a fazer uns estragos capilares. Apesar dos avisos da malta amiga, as memórias da sauna no Carlos Lopes foram ressuscitadas para falecerem de imediato nos primeiros acordes da banda. No fim do concerto a clássica frase “eu avisei-te”... mais uma imperial para a réstia de esperança: os LCD Soundsystem.
LCD Soundsystem um concerto que perdi na edição de 2004 do Sudoeste, apesar de ter sido uma das bandas que me motivou a regressar nesse ano.
Máximo Park, ora bem, que dizer…gostei. Na verdade sempre gostei da laranja mecânica do Kubrick! Um aplauso para a excelente presença em palco de Paul Smith versão Malcolm McDowell. É uma banca britânica com certeza, é com certeza uma banda britânica e um chapéu de coco é sempre um chapéu de coco! Mas continuo a preferir a Clockwork Orange.
Retiro os aplausos à iniciativa da barraquinha vegetariana, renovados elogios à organização do festival e às múltiplas bancas de Super Bock. Ainda bem que não se repetiu a lastimável memória da edição do SBSR de 2004 que denominei o Super Rock sem Bock!
Voltando à música. Iam altas as expectativas para o concerto de Jesus and the Mary Chain, uma das bandas da minha adolescência que me impulsionou a fazer uns estragos capilares. Apesar dos avisos da malta amiga, as memórias da sauna no Carlos Lopes foram ressuscitadas para falecerem de imediato nos primeiros acordes da banda. No fim do concerto a clássica frase “eu avisei-te”... mais uma imperial para a réstia de esperança: os LCD Soundsystem.
LCD Soundsystem um concerto que perdi na edição de 2004 do Sudoeste, apesar de ter sido uma das bandas que me motivou a regressar nesse ano.
LCD Soundsystem era uma das grandes expectativas deste SBSR. É um dos discos do ano "Sound of Silver"! Um dos concertos do ano! Foi dançar até cair! Foi estrondoso! Lucy in the Sky with Diamonds or whatever, gostei, gostei muito, quero mais!
03 julho 2007
Super Semana ou o Génesis Reinventado
Genesis Act 2:
Quinto Dia: A velha Jerusalém
7 de Julho
Israel Foundation
Skaparapid
Jahvai
YSGA
Biru
Sexy Sundays
"Primeiro Dia: O Céu, a Terra, a Luz"
e... a chuva?
e... a chuva?3 de Julho
Arcade Fire (00h00 - 01h30)
Arcade Fire (00h00 - 01h30)
Bloc Party (22h25 - 23h40)
The Magic Numbers (21h05 - 22h05)
Klaxons (19h45 - 20h45)
The Gift (18h35 - 19h25)
Bunnyranch (17h30 - 18h15)
Banda Pre-Load (17h00 - 17h15)
LCD Soundsystem (00h20 - 01h35)
The Jesus and Mary Chain (22h45 - 00h00)
Maxïmo Park (21h25 - 22h25)
The Rapture (20h05 - 21h05)
Clap Your Hands Say Yeah (18h45 - 19h45)
Linda Martini (17h45 - 18h25)
Mundo Cão (17h00 - 17h30)
Underworld (00h45 - 02h00)
Interpol (23h05 - 00h25)
Scissor Sisters (21h20 - 22h35)
TV On The Radio (20h10 - 21h00)
The Gossip (19h05 - 19h50)X-Wife (18h10 - 18h50)
Micro Audio Waves (17h35 - 17h55)
Micro Audio Waves (17h35 - 17h55)
Anselmo Ralph (17h00 - 17h20)
"Quarto Dia:Os animais marinhos" e as aves raras
6 de Julho
Asian Dub Foundation
Suprah, Moe's Implosion
Drill
Hiata
Quinto Dia: A velha Jerusalém
7 de JulhoIsrael Foundation
Skaparapid
Jahvai
YSGA
Biru
Sexy Sundays
Ao sexto dia foi de férias
Ao sétimo descansou!
O Rescaldo

1- Música!
2- Nada há de melhor que fazer e dar Música!
3- Foi uma selvajaria!
Para o ano há mais... 

1973 Piro Party
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