28 abril 2009
Everything that happens will happen...today in Lisbon
27 abril 2009
Lhasa
24 abril 2009
A herança de Bach
Los Herederos
Festival IndieLisboa '09...
Fotografia: Eugenio PolgovskyMúsica: Banda Mixe de Oaxaca
Som: Cristian Manzutto
Montagem: Eugenio Polgovsky
Produtor: Camille Tauss
Produção: Tecolote Films
"O trabalho infantil continua a ser uma das mais prementes preocupações sociais de todo o mundo. Em Los Herederos encontramos, no México, crianças em precárias e inquietantes condições de vida. Polgovski foi confrontado com o tema durante a rodagem do seu anterior documentário, Trópico de Cáncer, no deserto de San Luis Potosí. A situação é delicada e o realizador não pretende apontar o dedo a culpados. O que o motiva é, como disse, “resgatar a humanidade destes miúdos”. E pegou na câmara. Mas a humanidade apanhou-o a ele: crianças abandonadas, serventes, trabalhando sob o sol, horas sob o sol do México. Este confronto com a realidade mais crua conduziu-o à total depuração do filme, sem entrevistas, sem imagens de arquivo, sem voz – apenas a objectiva da câmara narrando."
Etiquetas: México; Indie Lx '09
19 abril 2009
Broadcasting from Home #8- Road to Nowhere
Depois do BFH #7 (All’Bamas Parties) a tour com o amigo Zito segue "on the road" com outros sons que nos chegam dos EUA. O texto é um somatório de referências legadas por Talking Heads; S. Lumet; Jack Kerouac; E. Hemingway; Sonic Youth;The Modern Lovers; The Beat Generation; Paul Auster; David Lynch; Ry Cooder; Clint Eastwood e Neil Young.BFH #8, Road to Nowhere [AB/BitSounds] 2009
BeatSongs:
Sweet Billy Pilgrim - Here It Begins
Etiquetas: Broadcasting from Home
18 abril 2009
"sou"
"sou" é,definitivamente, um dos melhores a rodar lá por casa!
Fugir de Lisboa, estar aqui onde a vida é de sonhar, ver o jogo num lugar seguro, e trazer o Marcelo atrás, isso é ... Liberdade!
14 abril 2009
In Principio Erat Verbum

Etiquetas: Discos
05 abril 2009
Ondas
Diz que será em Lisboa, na Zdb, a 29 de Maio.
02 abril 2009
Ventos animais
Segunda plateia do S. Jorge. Sala esgotada e bilhetes só no lugar ao canto.
Ponto morto antes do início do concerto que seguiu em velocidade escaldante. Se aquela sala de cinema fosse um Traby acabavamos estampados na tela e lambíamos o sangue a provar a verdade!
Ontem soltaram-se os ventos animais por Lisboa. A cidade andou a monte, perdeu-se o chão em uníssono na sala repleta de cabeças afirmativas, ritmadas, compassadas, bêbadas!
Mão Morta, meus senhores. Do fundo, da tela do cinema velho, saltaram anjos desleais, o acrobata especial na forma Duval. Engoliram a plateia, morderam as mãos dos outros, (as minhas ainda guardam os caninos da besta), fizeram rugir trovões felpudos e deram-nos sede de sangue!
Ao fundo na parede à direita, a sombra enorme e contorcida projectava a imagem acrobata do anarquista Canibal. Tão real como a sombra que Murnau erigiu em 1922. Quem não sentiu o cão da morte a bafejar no seu pescoço? E quem não gostou do hálito? Apareceram todos, aqueles que há uns anos estavam em todas, os mortos vivos do tempo dos corações felpudos. E saímos pela cidade como feras nos quintais. É que depois, e se depois, o desejo persistir consome-te nele. E assim foi, os ventos animais sopraram Lisboa até às seis da manhã.
Os Mão Morta continuam a ser uma das melhores bandas de sempre! Ontem foi uma selvajaria!
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