13 setembro 2008

 

Hasta


Calexico, Two Silver Trees, Carried to Dust (2008)

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/13/2008 0 Comentários

12 setembro 2008

 

Um dia a casa vai abaixo!


# publicada por Chandra @ 9/12/2008 2 Comentários

11 setembro 2008

 

Xiça

Chegam de Twickenham no Reino Unido com um som limpinho, popezinho e tal. Noah and the Wale é o nome adoptado por esta rapaziada da britpop. O nome destaca-se pois remete para título de um filme de referência: The Squid and the Whale, de Noah Baumbach (2005) [ filme altamente recomendável, por sinal].
Mas o que chama a atenção neste vídeo para além da incontornável estética da "Série Z", da referência aos mariachis e super herois decadentes, são os semelhanças com certos momentos pós ensaios dos dissidentes do CLC. Caramba é impressionante!
Será que estes são os putos da garagem em frente à nossa sala de ensaios? Há cenas do caraças! Apre!!!!

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/11/2008 8 Comentários
 

Revisited 25

"No, I really don't. Let me be clear about that. I think at worst it's a hostile political act, a way for small-minded men to keep women in the house and out of the way, wrapped up in the guise of tradition and conservative religious nonsense. At best, it's a happy delusion - these two people who truly love each other and have no idea how truly miserable they're about to make each other. But, but, when two people know that, and they decide with eyes wide open to face each other and get married anyway, then I don't think it's conservative or delusional. I think it's radical and courageous and very romantic. To Diego and Frida."

Frida, Julie Taymor (2002)

Etiquetas: México, Revisited


# publicada por Chandra @ 9/11/2008 0 Comentários

10 setembro 2008

 

"Tijuana makes me Happy"

!!! A sugestão para o flyer da fiesta en el pateo de l'ameixoeira, a la calle de l'ameixoeira!
( Besos para el Pepe Borras e la Juanita Xanada).


Tijuana Sound Machine, Nortec Collective

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/10/2008 15 Comentários

09 setembro 2008

 

Les cités d'or

Foto importada do magnífico artigo da National Geographic, Maya Rise and Fall, disponível online e também publicado na Revista National Geographic Portugal, Julho de 2007.

Os Maias surgiram no Iucatão por volta de 2000 a. C., mas só em 300 a.C.-100d.C. (período pós-clássico) é que apareceram as características que ainda hoje os distinguem das restantes civilizações do México antigo (Olmecas, Toltecas e Aztecas). Os vestígios desta espantosa civilização estão dispersos pelo México, Belize e Gautemala mas, por enquanto, apenas podemos traçar a rota das cidades perdidas do México, piscando o olho ao Belize... eis o roteiro:
1- Chichén Itzá
2- Tulum;
3- Cobá;
4-Ek- Balam;
5 Dzibilchaltún;
6- Kabah
7- Sahil
8- Labaná;
9- Uxmal;
10- Mayapán.

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/09/2008 0 Comentários
 

Sahara Blue(s)

Z de Zazou...
Hector Zazou (1948-2008)

# publicada por Chandra @ 9/09/2008 0 Comentários

08 setembro 2008

 

Vale do México

"O dia desdobra o seu corpo transparente. Atado à pedra solar, a luz bate-me com seus grandes martelos invisíveis. Não sou mais do que uma pausa entre duas vibrações: o ponto vivo, o agudo, imóvel ponto de interesecção de dois olhares que se ignoram e se encontram em mim. Pactuam? Sou o espaço puro, o campo de batalha. Vejo através do meu corpo todo o meu outro corpo. A pedra cintila. O sol arranca-me os olhos. Em minhas orbitras vazias dois astros alisam suas plumas vermelhas. Esplendor, espiral de asas, bico feroz. E agora, meus olhos cantam. Inclina-te sobre o seu canto, lança-te à fogueira."
Vale do México, Octavio Paz, Antologia Poética, ed. Dom Quixote, Lisboa, 1a edição, 1984, p.49
Octávio Paz nasceu na Cidade do México em 1914.

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/08/2008 0 Comentários
 

Rivera



À primeira vista pode até parecer a capa de Rabbit Habbits dos Man Man, mas não, trata-se de um mural de Diego Rivera datado de 1931 e que é... precioso.

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/08/2008 0 Comentários

05 setembro 2008

 

Mexican Spagheti Western

Trata-se de um dos maiores e mais arrebatadores "despropósitos" musicais de sempre! Por isso é altamente recomendável e pode ouvir-se ou adquirir-se aqui.
Conheci Chingon a propósito dos filmes de Tarantino, do amigo Rodriguez e propósito da tal versão da Malagueña veio a Cucka Rocka, bem como uma versão speedy do Cielito Lindo que é de partir Él Cáco.
Já recorremos aos préstimos dos Chingon no Broadcasting From Home # 7... e parece que o dito Mexican Spagheti Western vais ser base de muitas fiestas en el pueblo!!
Vai bem com, sol, sal, salero, pimentos, tequilla, marimbas e mariachis.
Ora cá vai disto: Chingon - Malaguena Salerosa

Etiquetas: Discos, México


# publicada por Chandra @ 9/05/2008 3 Comentários
 

O Novo Mundo

" Olho pela janela. Branco e mais branco, semelhante ao branco da morte. Eu sei, cada homem possui um deserto dentro de si. Nele caminha deixando minúsculos sinais da sua breve passagem, mas o sangue é facilmente bebido pelas areias e nenhum oásis de felicidade irrompe.
Perdi a noção do mundo que me cerca e retém aqui. Tudo abandono a pouco e pouco. O deserto é cada vez mais deserto. Já não vislumbro sequer a minha sombra, nem ouço ruído algum. Nem rastos de outros homens ou animais. Apenas branco, e um zumbido de estrelas repercutindo-se no interior da solidão.
Não, não se pode viver sem amar. Por isso atravessei oceanos, arquipélagos, mares nocturnos, dei a volta ao mundo à procura do meu corpo.Queria encontrá-lo, oferecer-lhe estas sementes secas de lótus que provocam o sono e a amnésia. Mas o tempo parou. Construí esta cabana num recanto perdido da floresta, e tenho tempo - tempo para entender o incessante movimento da Grande Roda da Vida.
Talvez eu possa voltar ao trabalho e acabar o meu livro! Mas a porta continuava a ser uma porta. Estava fechada; não, agora via-a aberta.Resta-me agora a escrita, o eterno recomeçar sempre o mesmo livro, como se fosse uma condenação, um destino superior a que me sinto incapaz de fugir.
Escrever para além do tempo possível, para além da memória que há-de existir do meu corpo. O fulgurante silêncio das palavras.Longe daqui, tenho a certeza, morre-se aos poucos na imensa desolação dos continentes. O tempo parou, já o disse.
Um vulcão queima-me o sangue, põe a descoberto o conhecimento do meu Inferno - este livro onde o Cônsul Firmín nunca conseguirá escrever o seu...Meu Deus!
Preciso de mais Gin, para que a lucidez do coração cesse também. Preciso beber, beber muito, para que a alma se perca, um instante que seja, na serenidade do meu próprio esquecimento (...)"
Malcom Lowry, Debaixo do Vulcão, ed. Asa

Etiquetas: México


# publicada por Chandra @ 9/05/2008 0 Comentários

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