31 outubro 2007
In the Kingdom of the Blind...
Em Land of the Blind filme que desaconselho, Ralph Fiennes desempenha o papel de protagonista com o mérito de um grande Senhor do Cinema. No geral, sendo um filme “não muito agradável”, aproveita-se o Fiennes que encarna a personagem de Joe, um homem preso nas malhas da política, do terrorismo e do contra terrorismo.Tal como no filme, Fiennes mesmo cego, é Rei ("In the Kingdom of the Blind the one eyed are kings").
Ainda assim, sabendo que o filme é … o que é... quem pode deixar de ver o Fiennes no grande ecrã?
Ralph Fiennes é a prova viva da inspiração divina! Salve o Rei.
Deus Existe.
Etiquetas: Cinema, Ralph Fiennes
30 outubro 2007
Absolute Beginning: Um ano
29 outubro 2007
Patty Smith em Lisboa
Passava da hora marcada para o início de um dos grandes concertos do ano. O Coliseu de Lisboa aguardava Patti Smith numa inquietação que fazia rodar as cabeças da plateia num frenesim crescente: “Patti, não demores amanhã a malta trabalha” comentava-se entre-dentes, um misto de expectativa e ansiedade para testemunhar o privilégio de assistir ao concerto d’ A Patti Smith.
Patti subiu ao palco do Coliseu e testemunhou a sala cheia, arrumadinha, de plateia sentada mas unânime num aplauso caloroso em jeito de ovação e gratidão, independente dos resultados da actuação da noite.
Patti sorriu e ao seu jeito de l’enfant terrible lançou a carismática voz no primeiro tema da noite “Redondo Beach”. O público alinhou no convite e aos primeiros momentos da noite Patti já tinha conquistado a sala, reafirmando a identidade de soberana do Rock, confirmando a excelência, a atitude, a forma física e vocal.
Patti desfilou grandes temas da sua carreira, convocou grandes títulos do Rock’n’Roll, entregou a alma aos temas de “Twelve”, relembrou os Television, dedicou um tema ao Tom, e juntou ao desfile das grandes almas do Rock um desfile pela sala do Coliseu surpreendendo a plateia acarinhada num diálogo amoroso de reverência e adoração. “Este é o meu povo”, parecia ser a frase que Patti tinha em mente, desfilando pela sala, tocando as mãos, contemplando frente a frente, numa pausa digna de Rainha, rostos, sorrisos, emoções.
Patti prestou culto a Fernando Pessoa, dedicando temas ao poeta e à sua cidade, e ao homenagear Lisboa com o intemporal Perfect Day, esqueceu a letra e improvisou “Oh such a perfect day… drinking coffee with Pessoa and have some fun!”. Patti lançou “Gloria” já com a plateia desarrumada, deliciosamente desalinhada, dançando em frente ao palco, como deveria ter sido desde o início pois este é o ritual devido aos grandes mestres! Regressou ao palco, voltou a embriagar-nos e despediu-se de Lisboa, dos seus poetas, do seu povo, deixando pairar a emoção, afinal não fora ela “já qualquer coisa de portuguesa”.
Uma grande noite! Um grande concerto. Foi um enorme privilégio.
A lenda está viva!
Cumpriu-se a profecia!
Patti subiu ao palco do Coliseu e testemunhou a sala cheia, arrumadinha, de plateia sentada mas unânime num aplauso caloroso em jeito de ovação e gratidão, independente dos resultados da actuação da noite.
Patti sorriu e ao seu jeito de l’enfant terrible lançou a carismática voz no primeiro tema da noite “Redondo Beach”. O público alinhou no convite e aos primeiros momentos da noite Patti já tinha conquistado a sala, reafirmando a identidade de soberana do Rock, confirmando a excelência, a atitude, a forma física e vocal.
Patti desfilou grandes temas da sua carreira, convocou grandes títulos do Rock’n’Roll, entregou a alma aos temas de “Twelve”, relembrou os Television, dedicou um tema ao Tom, e juntou ao desfile das grandes almas do Rock um desfile pela sala do Coliseu surpreendendo a plateia acarinhada num diálogo amoroso de reverência e adoração. “Este é o meu povo”, parecia ser a frase que Patti tinha em mente, desfilando pela sala, tocando as mãos, contemplando frente a frente, numa pausa digna de Rainha, rostos, sorrisos, emoções.
Patti prestou culto a Fernando Pessoa, dedicando temas ao poeta e à sua cidade, e ao homenagear Lisboa com o intemporal Perfect Day, esqueceu a letra e improvisou “Oh such a perfect day… drinking coffee with Pessoa and have some fun!”. Patti lançou “Gloria” já com a plateia desarrumada, deliciosamente desalinhada, dançando em frente ao palco, como deveria ter sido desde o início pois este é o ritual devido aos grandes mestres! Regressou ao palco, voltou a embriagar-nos e despediu-se de Lisboa, dos seus poetas, do seu povo, deixando pairar a emoção, afinal não fora ela “já qualquer coisa de portuguesa”.
Uma grande noite! Um grande concerto. Foi um enorme privilégio.
A lenda está viva!
Cumpriu-se a profecia!
26 outubro 2007
Personal Trash?
Planet Terror é um filme para gostar ou detestar muito. Não há zonas cinzentas, estamos perante um filme de extremos e para andar de pulsos soltos, bem soltos…No extenso rol de cenas hilariantes/chocantes (depende da perspectiva e do estômago de cada um) uma verdade absoluta: Tarantino e Rodriguez sabem escolher as suas protagonistas!
Planet Terror é a prova viva (ou quase viva, depende do grau de decomposição) que o descomedimento no cinema afinal não tem limites! Gostei, gosto de exageros!
No fim, depois de analisada a saga Grindhouse, resta a pergunta… e agora Mr Tarantino, o que se segue?
Etiquetas: Cinema
23 outubro 2007
Budapeste
22 outubro 2007
doclisboa 2007
Lech Kowalski assina alguns dos documentários a não perder nesta edição do doclisboa. Destacamos para além de Lech Kowalski (The Last Rock and Roll Movie, 23 de Out às 20h45m na Culturgest), trabalhos de Derek Jarman, Michael Moore, Spike Lee, Man Ray, Sandrine Bonnaire, Martina Kudlecek, entre outros. Até dia 28 de Outubro, "The whole World fits in Lisbon" .
21 outubro 2007
David Sylvian
Por motivos de doença o concerto de hoje foi adiado sine die...
20 outubro 2007
Fire Works!
18 outubro 2007
As Imagens II
Mas na arte, em especial na música, os checos são tremendos. Até incidentalmente, um festival de sons eslavos. Lembram-se das fanfarras à la Goran Bregovic, no Smoking Orchestra? Lembram-se dos dentes de ouro nos filmes do E. Kusturica?
S. Vito. Portentosa!
17 outubro 2007
As Imagens
10 outubro 2007
Smokey Rolls Down Thunder Canyon
Devendra Banhart, «Smokey Rolls Down Thunder Canyon», CD XL Recordings"Seahorse"
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Etiquetas: Discos
09 outubro 2007
Revisited 20
I had always believed that it is better to know the truth than to live in ignorance. Now I shall find out if I was right. I can no longer deny that I am part of the world around me, nor can I deny, despite our differences, that I remain your son. And so I hope only that these late, perhaps insignificant, realizations might reassure us both a little and make our living and our dying easier. "
Kafka, Steven Sodenbergh (1991)
Etiquetas: Revisited
De volta...
Mozart apaixonou-se por Praga e vice versa. Há uma semana escutávamos o Requiem de Mozart em S. Nicolau no Centro da Stáre Mésto. Palavras para quê: "conhece um checo descobre um músico". Por ora a música, as imagens e as histórias seguem-se a seu tempo.
Sem prejuízo de escutarem o excerto que se segue, extraído da Radioblog, podem fazer download de todas as obras do Mozart aqui! Façam-vos esse favor! Deliciem-se!
Etiquetas: W.A.Mozart
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