28 setembro 2007
Volto já...
Partimos para Leste, onde diziam não haver nada de novo. Mas as "velhas linhas para leste, entregues à voracidade do tempo..." realinharam-se e seguimos os sinais para as rotas do velho mundo. Praga a cidade que se ergue sobre o mítico Castelo, sob o signo de Smetana, Dvorák, Rilke, Kafka, Kundera. O palco do teatro das marionetas, onde as revoluções se fizeram primaveris e de veludo. Onde a cerveja se chama Pivo, onde a art-déco se mistura com o cubismo, o barroco, a arte nova, Alfons Mucha, prédios de Ghéri, e repousam "As Virgens” de Klimt, “Dança à Beira-mar” de Munch, quadros de Rubens, orquestras das "sinfonias do Novo Mundo".Budapeste descrita como a pérola do Danúbio. Dizia Chico Buarque no seu último romance: "O Danúbio, pensei, era o Danúbio mas não era azul, era amarelo, a cidade toda era amarela, os telhados, o asfalto, os parques, engraçado isso, uma cidade amarela, eu pensava que Budapeste fosse cinzenta, mas Budapeste era amarela."
O Húngaro dizem, foi inventado pelo Diabo para que só os húngaros o consigam decifrar. "Segue-me, deixa-te conduzir" pelas ruelas foscas, com cheiro a cebola e paprika, ao som de Bártok, Bela Lugosi ao fim da rua, junto do candeeiro tosco, perto das margens do rio que separam Buda de Pest.
E depois, ao sabor do ventos de Leste, quiçá Viena ou recordar o fim do muro, na bela Berlim.
Subscrever Mensagens [Atom]
Hiperligações
Arquivos
- outubro 2006
- novembro 2006
- dezembro 2006
- janeiro 2007
- fevereiro 2007
- março 2007
- abril 2007
- maio 2007
- junho 2007
- julho 2007
- agosto 2007
- setembro 2007
- outubro 2007
- novembro 2007
- dezembro 2007
- janeiro 2008
- fevereiro 2008
- março 2008
- abril 2008
- maio 2008
- junho 2008
- julho 2008
- agosto 2008
- setembro 2008
- outubro 2008
- novembro 2008
- dezembro 2008
- janeiro 2009
- fevereiro 2009
- março 2009
- abril 2009
- maio 2009
- junho 2009
- julho 2009
- agosto 2009
